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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Em entrevista , novo ministro da Cultura, Juca Ferreira diz: "Quero mostrar que videogames são uma economia possível para o Brasil”

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Baiano de sotaque forte e formado em ciências sociais pela Universidade Paris 1 Sorbonne, na França, Juca Ferreira tem 66 anos, foi perseguido durante a ditadura militar brasileira e tornou-se ministro da Cultura no fim do segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Neste ano, ele assumiu novamente a pasta no lugar da polêmica Marta Suplicy, que saiu do cargo reclamando da decisão da atual presidente Dilma Rousseff de substituí-la.

Encontramos Juca Ferreira no primeiro dia da Campus Party 2015, 3 de fevereiro, e batemos um papo rápido com ele. Geração Gamer perguntou ao novo ministro de Dilma se o Brasil pretende reduzir de fato os impostos de games e se haverá investimento no setor. Ferreira também nos explicou um pouco sobre sua experiência na área. Ele estava acompanhado do produtor cultural Cláudio Prado, conhecido por apoiar a iniciativa polêmica dos coletivos que formam o Fora do Eixo, liderados por Pablo Capilé, e que organizaram festivais como Grito Rock.
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Confira nossa entrevista com o ministro Juca Ferreira.
Ministro, tudo bem? Gostaria de começar a entrevista com uma pergunta que foi feita à sua antecessora: Games são cultura? O ministério terá projetos para esta área?
Considero videogames sim como parte da cultura brasileira e acredito que teremos projetos focados nesta área. No entanto, eu ainda estou chegando na cadeira do ministério e preciso colocar ordem na casa. Estou escolhendo meus assessores e tomando conhecimento da situação geral. Já sei hoje que precisarei reestruturar muita coisa. Games e toda essa dimensão de cultura digital vai voltar ao ministério com força total porque nós acreditamos no potencial dessas áreas.
Existe algum projeto concreto para ajudar os jogos digitais no Brasil? O MinC pode intervir na questão dos impostos?
Olha, ai ultrapassa o limite do ministério da Cultura. Quem define a tributação é a área econômica do governo e eles têm alergia a qualquer mudança para menos. Eles adoram mudanças para mais tarifas. Neste momento, redução de impostos dos games não pode ser prioridade para o Brasil em crise econômica.  O que eu devo acenar para eles é mostrar que videogames são uma economia possível para o país. Estive na China quando era ministro de Lula e pedi permissão ao governo para negociar as parcerias na área de cultura digital, cinema, animação e games.
Fiquei impressionado com o plano estratégico chinês de crescimento em 10 anos. Eles atingiram todas as suas próprias metas com menos de cinco. Um dos objetivos era ser entre o terceiro e o quinto maior produtor de videogames do mundo. Os chineses também chegaram no mesmo patamar nas áreas de cinema e de animação. O investimento para isso não é tão alto quanto pensam. Isso tem que existir, evidentemente, porque nada na vida cresce de maneira espontânea. O que é mais necessário é agregar uma série de frentes para tornar esta área da cultura mais atraente.
Meu filho de quatro anos dedica uma parte do dia dele para assistir filmes de animações. Quando ele não vê isso, ele vai direto pro game. Sabendo disso, eu não posso ignorar o que já faz parte da vida das pessoas desde quando elas nascem. Hoje em dia tudo o que você faz tem interferência da internet ou de alguma manifestação da tecnologia digital. É preciso considerar isso porque todas as nossas relações pessoais estão sendo modificadas por este boom tecnológico que nós estamos vivendo sob vários suportes. Está mudando o dinheiro, o uso de remédios e tem gente fazendo cirurgia via internet. É uma coleção de infernos, céus e purgatórios sendo reprogramados. O Brasil não pode ficar de fora desta mudança, porque ele tem potencial para se tornar um grande produtor de games e de cinema de animação.
Eu só não quero ficar brincando de estimular o setor. Quero fazer coisas concretas pela área e que sejam possíveis. No passado, quando fui ministro, nós conseguimos os primeiros editais e quem pode falar melhor sobre isso é Cláudio Prado, que está aqui comigo hoje. Cheguei a visitar o melhor núcleo de games do Brasil e eu ainda achei amador o trabalho que o Ministério da Cultura estava fazendo para dar suporte a este mercado. Quero fazer intervenções agora dentro de metas claras. Se elas forem cumpridas, os brasileiros poderão ser ótimos produtores de jogos.
Conversei recentemente com a ABRAGAMES, que terá um representante na Comissão Nacional de Incentivo à Cultura e quer se aproximar do governo. Eles querem conseguir mais incentivos da Lei Rouanet para os videogames. Você criticou essa lei como é feita. Há outros caminhos?
Existem, claro! A ideia é justamente ampliar a Lei Rouanet para maior acesso de todos e não acabar com seus benefícios conquistados até aqui. Essa lei tem muito mais aparência de apoio do que ajuda de fato. Ela é muito concentrada no quesito regional e em quem consegue de fato os seus recursos.
A Lei Rouanet atua mais no eixo Sul-Sudeste do Brasil?
Na verdade, 80% dos incentivos dela vão para o eixo Rio-São Paulo. Deste montante, 60% ficam em apenas duas cidades e, nessas localizações, são sempre os mesmos que recebem. A grande maioria recebe certificado do ministério da Cultura, porque tem mérito e, no entanto, 80% dessas pessoas não conseguem nada além disso. Existe outro detalhe importante: A Lei Rouanet é 100% composta por dinheiro público, de impostos que seriam pagos para a população e são descontados. Ela só tem uma aparência de parceria público-privada. Se você olhar as grandes corporações brasileiras que apoiam eventos, elas utilizam esta lei para obter a verba, ao invés de pagar determinadas taxas.
Como assim ela tem aparência de parceria público-privada? Você acredita que isso deveria mudar?
Pensa assim: Por que intermediar entre as corporações e por que não financiar diretamente a cultura? Eu sou a favor de parceria público-privada, mas se existe o dinheiro e uma empresa precisando dele, eu peço apenas 20% do mínimo necessário. E se eu der dinheiro para o produtor cultural, a conversa também se encerra. Quero essa mudança no financiamento e tudo isso mete medo nas pessoas, o que é normal no Brasil. As pessoas aqui tem medo que as coisas se alterem. É comum as coisas por aqui mudarem pra pior,  mas, neste caso da Lei Rouanet, nós passamos oito anos discutindo o caso, a ideia está madura e acho que o governo está preparado para fazer essa transformação.
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terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Em tempos de calor, saiba quais cuidados ter com seu videogame

Não importa qual console você tem, é preciso ser cuidadoso para mantê-lo funcionando


Não é segredo: videogames são caros demais. Quem comprou um console de nova geração e que gastou quase alguns milhares de reais nessas máquinas, sabe que o investimento é bem pesado. Mas além de gastar uma fábula, o dono do novo videogame sabe que tem um desafio de manter esse “brinquedo” funcionando em perfeitas condições.
"No Brasil, temos muitas situações que podem ser prejudiciais para os videogames novos. Calor, tensão elétrica instável, pó, humidade...", diz Kleber Duarte, técnico em eletrônica e “salvador” de videogames quebrados. Sua oficina recebe diariamente em média de 10 videogames novos com problemas que vão desde um conector enferrujado até fontes que têm que ser substituídas.
"O maior problema que recebo são fontes queimadas, mas também há casos que temos que trocar até mesmo o leitor de Blu-ray ou até conectores USB", diz. Mas, segundo Kleber, a maioria desses problemas podem ser evitados. Ele passou uma série de recomendações que UOL Jogos lista logo abaixo:
1. Mantenha o videogame em lugar arejado
Fontes queimadas aparecem em primeiro lugar na lista de problemas técnicos. E a maioria dos usuários são os responsáveis por esse problema, diz o técnico. "Não é difícil ver videogames em lugares confinados, como estantes e racks da sala de estar. Mas apesar de deixar a sala bonita, esses locais são assassinos de videogames". Por mais arejado que seja, um confinamento do console em um local fechado pode causar problemas de ventilação. Com o aumento de temperatura, mais chances de sobreaquecer as peças do videogame – e a mais afetada nisso tudo é a fonte de alimentação.
"Algumas estantes possuem entradas vazadas que dão a falsa sensação de circulação de ar, mas o melhor local para deixar um videogame é sobre uma superfície aberta, como uma mesa ou ao lado da TV, sem nada cobrindo o aparelho", explica.
2. Mantenha o videogame limpo
Sabe aquele pozinho que se acumula nas entradas do videogame? Eles também aumentam o calor interno do videogame. "Algumas vezes recebemos videogames que desligam depois de algum tempo, mas ao abrir o aparelho vemos que ele está cheio de pó, principalmente na área de ventilação", conta. Esse problema pode ser evitado com uma simples limpeza delicada. "Quem tem um aspirador de pó pode usar a escovinha – ela não vai puxar nada de lá de dentro. Quem não tem, pode tirar o pó da área de ventilação com uma escova de dentes seca arrastando os tufos de pó para fora do aparelho e a poeira fina com um pano levemente umedecido".
Divulgação
3. Use um condicionador de voltagem
"Em algumas regiões do Brasil, a rede de voltagem oscila muito e isso diminui a vida útil do aparelho. Sem falar que estamos no país com a maior incidência de raios e relâmpagos. Isso pode ser resolvido com um no-break ou um bom condicionador de voltagem". Não se confunda com um estabilizador: é condicionador mesmo.
Segundo o técnico, um estabilizador não fornece uma proteção real para os videogames. "Um estabilizador não o protege em caso de um raio cair na rede elétrica, coisa que tanto um condicionador ou no-break fazem com tranquilidade", diz Kleber.
Em uma pesquisa rápida na internet você encontra condicionadores de energia por volta de R$ 200 e no-breaks por no mínimo R$ 300.
"O investimento nessas peças pode evitar que você perca seu videogame de forma prematura, pois o modo ‘Stand by’ do PlayStation 4 e do Xbox One os deixam ligados o tempo todo e isso pode ser muito problemático em caso de uma grande oscilação de energia", diz.
4. Proteja o videogame do Sol
Você pode até não acreditar, mas tem gente que mantém o videogame em locais muito iluminados com luz natural – e isso é péssimo para a máquina. "Está escrito em todo manual, mas sabemos que muita gente nem lê a primeira página que diz em letras garrafais: proteger da luz do Sol. Em minha loja já chegaram vários videogames com a carcaça torrada com a luz solar", diz Kleber.
Assim como um lugar fechado, a luz do Sol aumenta a temperatura interna do videogame e isso traz problemas. "E proteger não significa colocar um paninho em cima. Tem que tirar mesmo do lugar que está recebendo a luz do sol – sem falar que o paninho também aumenta a temperatura", diz.
5. Não coma, não beba nem fume perto do videogame
"Outro dia, chegou um Xbox One em minha oficina com uma colônia de baratas dentro. São sei como, mas tinha até grãos de comida lá". Nojento, não é? Mas isso é mais comum do que você pensa. Os restos de comida e bebida, podem causar um curto circuito no aparelho, já a fumaça a cinza de cigarros podem levar poeira para dentro do videogame.
6. Manuseie com cuidado
Dica que pode parecer óbvia, mas não é. "Muita gente acha que videogame é duro na queda. Levam o ‘brinquedo’ pra cima e pra baixo, como se fosse um rádio de pilha. Mas esses aparelhos são mais deliciados do que a maioria pensa", diz Kleber. Isso não quer dizer que você não pode levar seu PS4 para casa da praia ou de um amigo – basta ter cuidado.
"Na hora de tirar e colocar os cabos, não aplique força. Tudo pode ser colocado ou tirado com jeito e delicadeza. Se fizer força, pode ter certeza que os conectores vão se dar mal".
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7. Proteja da umidade
Quem mora em praias sabe que a umidade é terrível para os aparelhos eletrônicos. "Recebi um PS4 com as portas USB enferrujadas, sinal claro de umidade", conta Kleber. Mas como manter o videogame em um lugar como o litoral? "É preciso manter a casa toda sob cuidado, pois a umidade não estraga apenas o videogame, mas também a televisão e outros eletrônicos. Verifique se o local onde fica o videogame tem infiltrações ou manchas de mofo, isso vai indicar que é necessária uma reforma ou pintura na casa".
Se nenhum desses sinais estiverem presentes, a umidade do ar pode ser a vilã – aí não tem muito jeito. "Quando for casos assim, mantenha o videogame na caixa quando não for usar por longos períodos e coloque junto um produto antimofo", explica.

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terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Filme de Asssassin's Creed com estreia a 21 de dezembro de 2016



A data oficial para a estreia do filme de Assassin's Creed é 21 de dezembro de 2016, de acordo com o Hollywood Reporter.
Apesar da data estar definida, ainda pouco sabemos sobre o filme. Michael Fassbender, de X-Men: First Class e Prometheus, continua no papel de Desmond Miles, mas é o único ator conhecido para a adaptação.
O realizador é Justin Kurzel, responsável por The Snowtown Murders e pelo conjunto de curtas The Turning.
Segundo a descrição presente no IMDB, parece que o filme vai seguir os eventos do primeiro jogo.

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Poster não oficial.

sábado, 3 de janeiro de 2015

Cosplays de cair o queixo


Para que gosta de apreciar lindas gatas fazendo cosplays, segue abaixo 8 cosplay de derrubar o queixo.


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Foto 1 de 8 - Asuka Langley, de Neon Genesis Evangelion. Cosplayer: Nikita Cosplay. Foto: Nakana Focus

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Foto 2 de 8 - Elizabeth, de BioShock Infinite. Cosplayer: Karina. Foto: Milligan Photography.

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Foto 3 de 8 - Liara T’Soni, de Mass Effect. Cosplayer: Jen do Soylent Cosplay. Foto: Samurai Indy.

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Foto 4 de 8 - Mad Moxxi, de Borderlands. Cosplayer: Mono Abel. Foto: Dzeta Aiger.

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Foto 5 de 8 - Morrigan, de Darkstalkers. Cosplayer: MisaCosplayLove.

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Foto 6 de 8 - Sheik, de The Legend of Zelda: Ocarina of Time. Cosplayer: SilverShadeCosplay. Foto: WeNeals.

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Foto 7 de 8 - Tyrande Whisperwind de World of Warcraft. Cosoplayer: Yoyo. Foto: Pugoffka-sama.

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Foto 8 de 8 - Sailor Saturn, Sailor Neptune, Sailor Uranus, Sailor Pluto e Sailor Moon de Pretty Guardian Sailor Moon. Cosplayers: Extreme Lunatics. Foto: Manny Llanura.

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Lista de games da Plus Janeiro 2015

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Para quem estava na fissura para saber quais os games da plus , aqui uma prévia da Euro.

PlayStation Plus - Jogos de Janeiro '2015': PS3, PS4 e Vita
"A lista abaixo é para o plano europeu, porém nos últimos meses os jogos são os mesmos nos três planos: americano, brasileiro e europeu."
Quando a Sony anunciar os jogos para a América e Brasil, também noticiaremos.
PlayStation 4
* InFamous First Light
* The Swapper
► PlayStation 3
* Duck Tales Remastered
* Prototype 2
► PlayStation Vita
* Duke Nukem 3D: Megaton Edition
* Woah Dave