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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Badland: "GOTY Edition" está a chegando aos consoles e PC



A Frogmind  anunciou recentemente a adaptação do conhecido título de iOS, Badland, para PS4, Xbox One, Windows, Mac, Linux, Wii U, PS Vita e PS3.

Esta nova versão, e de forma a se adaptar melhor aos comandos dos consoles, conta com controlos otimizados e, até mesmo, alguns níveis modificados. Para além disso, há ainda quatro vezes mais conteúdo que o título original, contabilizando um total de 15 horas de jogo, 100 níveis de história, 100 de cooperativo e 27 de multiplayer.

Badland: Game of the Year Edition  é o nome do título que chega ao mercado algures na próxima primavera. Para já, podem assistir ao trailer agora divulgado que acompanha este anúncio.



domingo, 25 de janeiro de 2015

Data de lançamento da terceira remessa de amiibo pode estar muito próxima




  Um suposto e-mail com a data da terceira leva de amiibo para os Estados Unidos acaba de aparecer em um post do Reddit. O usuário que assina como KingOfRedLions enviou uma imagem da nota que, segundo ele, teria sido enviado para funcionários da rede GameStop.

De acordo com esse email, as datas são apenas estimativas de quando cada uma das figuras deve chegar às lojas, entretanto elas podem começar a ser vendidas assim que chegarem, o que pode indicar que elas estariam disponíveis até antes.


As datas previstas para cada um dos amiibo são:


  • 06 de fevereiro: Bowser
  • 13 de fevereiro: Sheik, Shulk, Toon Link, Ike e Dedede
  • 20 de fevereiro: Mega Man e Sonic

No vídeo abaixo,(vírgula) o usuário NintendoDaan mostra no YouTube o unboxing de algumas das integrantes da terceira leva das figuras, deixando todo mundo que tem que esperar pelo lançamento oficial babando.



É bom enfatizar que as datas são apenas um rumor, e o email pode ser falso, porém, caso você tenha algum conhecido viajando para os Estados Unidos nesse período, vale a pena pedir para dar uma passadinha na loja.

Enquanto isso, aqui no Brasil, nem a primeira remessa de amiibo chegou a dar as caras oficialmente nas lojas.

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terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Em tempos de calor, saiba quais cuidados ter com seu videogame

Não importa qual console você tem, é preciso ser cuidadoso para mantê-lo funcionando


Não é segredo: videogames são caros demais. Quem comprou um console de nova geração e que gastou quase alguns milhares de reais nessas máquinas, sabe que o investimento é bem pesado. Mas além de gastar uma fábula, o dono do novo videogame sabe que tem um desafio de manter esse “brinquedo” funcionando em perfeitas condições.
"No Brasil, temos muitas situações que podem ser prejudiciais para os videogames novos. Calor, tensão elétrica instável, pó, humidade...", diz Kleber Duarte, técnico em eletrônica e “salvador” de videogames quebrados. Sua oficina recebe diariamente em média de 10 videogames novos com problemas que vão desde um conector enferrujado até fontes que têm que ser substituídas.
"O maior problema que recebo são fontes queimadas, mas também há casos que temos que trocar até mesmo o leitor de Blu-ray ou até conectores USB", diz. Mas, segundo Kleber, a maioria desses problemas podem ser evitados. Ele passou uma série de recomendações que UOL Jogos lista logo abaixo:
1. Mantenha o videogame em lugar arejado
Fontes queimadas aparecem em primeiro lugar na lista de problemas técnicos. E a maioria dos usuários são os responsáveis por esse problema, diz o técnico. "Não é difícil ver videogames em lugares confinados, como estantes e racks da sala de estar. Mas apesar de deixar a sala bonita, esses locais são assassinos de videogames". Por mais arejado que seja, um confinamento do console em um local fechado pode causar problemas de ventilação. Com o aumento de temperatura, mais chances de sobreaquecer as peças do videogame – e a mais afetada nisso tudo é a fonte de alimentação.
"Algumas estantes possuem entradas vazadas que dão a falsa sensação de circulação de ar, mas o melhor local para deixar um videogame é sobre uma superfície aberta, como uma mesa ou ao lado da TV, sem nada cobrindo o aparelho", explica.
2. Mantenha o videogame limpo
Sabe aquele pozinho que se acumula nas entradas do videogame? Eles também aumentam o calor interno do videogame. "Algumas vezes recebemos videogames que desligam depois de algum tempo, mas ao abrir o aparelho vemos que ele está cheio de pó, principalmente na área de ventilação", conta. Esse problema pode ser evitado com uma simples limpeza delicada. "Quem tem um aspirador de pó pode usar a escovinha – ela não vai puxar nada de lá de dentro. Quem não tem, pode tirar o pó da área de ventilação com uma escova de dentes seca arrastando os tufos de pó para fora do aparelho e a poeira fina com um pano levemente umedecido".
Divulgação
3. Use um condicionador de voltagem
"Em algumas regiões do Brasil, a rede de voltagem oscila muito e isso diminui a vida útil do aparelho. Sem falar que estamos no país com a maior incidência de raios e relâmpagos. Isso pode ser resolvido com um no-break ou um bom condicionador de voltagem". Não se confunda com um estabilizador: é condicionador mesmo.
Segundo o técnico, um estabilizador não fornece uma proteção real para os videogames. "Um estabilizador não o protege em caso de um raio cair na rede elétrica, coisa que tanto um condicionador ou no-break fazem com tranquilidade", diz Kleber.
Em uma pesquisa rápida na internet você encontra condicionadores de energia por volta de R$ 200 e no-breaks por no mínimo R$ 300.
"O investimento nessas peças pode evitar que você perca seu videogame de forma prematura, pois o modo ‘Stand by’ do PlayStation 4 e do Xbox One os deixam ligados o tempo todo e isso pode ser muito problemático em caso de uma grande oscilação de energia", diz.
4. Proteja o videogame do Sol
Você pode até não acreditar, mas tem gente que mantém o videogame em locais muito iluminados com luz natural – e isso é péssimo para a máquina. "Está escrito em todo manual, mas sabemos que muita gente nem lê a primeira página que diz em letras garrafais: proteger da luz do Sol. Em minha loja já chegaram vários videogames com a carcaça torrada com a luz solar", diz Kleber.
Assim como um lugar fechado, a luz do Sol aumenta a temperatura interna do videogame e isso traz problemas. "E proteger não significa colocar um paninho em cima. Tem que tirar mesmo do lugar que está recebendo a luz do sol – sem falar que o paninho também aumenta a temperatura", diz.
5. Não coma, não beba nem fume perto do videogame
"Outro dia, chegou um Xbox One em minha oficina com uma colônia de baratas dentro. São sei como, mas tinha até grãos de comida lá". Nojento, não é? Mas isso é mais comum do que você pensa. Os restos de comida e bebida, podem causar um curto circuito no aparelho, já a fumaça a cinza de cigarros podem levar poeira para dentro do videogame.
6. Manuseie com cuidado
Dica que pode parecer óbvia, mas não é. "Muita gente acha que videogame é duro na queda. Levam o ‘brinquedo’ pra cima e pra baixo, como se fosse um rádio de pilha. Mas esses aparelhos são mais deliciados do que a maioria pensa", diz Kleber. Isso não quer dizer que você não pode levar seu PS4 para casa da praia ou de um amigo – basta ter cuidado.
"Na hora de tirar e colocar os cabos, não aplique força. Tudo pode ser colocado ou tirado com jeito e delicadeza. Se fizer força, pode ter certeza que os conectores vão se dar mal".
Divulgação
7. Proteja da umidade
Quem mora em praias sabe que a umidade é terrível para os aparelhos eletrônicos. "Recebi um PS4 com as portas USB enferrujadas, sinal claro de umidade", conta Kleber. Mas como manter o videogame em um lugar como o litoral? "É preciso manter a casa toda sob cuidado, pois a umidade não estraga apenas o videogame, mas também a televisão e outros eletrônicos. Verifique se o local onde fica o videogame tem infiltrações ou manchas de mofo, isso vai indicar que é necessária uma reforma ou pintura na casa".
Se nenhum desses sinais estiverem presentes, a umidade do ar pode ser a vilã – aí não tem muito jeito. "Quando for casos assim, mantenha o videogame na caixa quando não for usar por longos períodos e coloque junto um produto antimofo", explica.

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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Inéditos e clássicos: confira as novidades do eShop e do Virtual Console


Eis que estamos diante de mais uma leva de novidades para o eShop e para o Virtual Console, canais da Nintendo que distribuem, respectivamente, conteúdos inéditos e clássicos para donos de Nintendo 3DS e Wii U. 
Nesta semana, as novidades ficam por conta de adições como 3D After Burner II, Lufia: The Legend Returns, Street Fighter 2010: The Final Fight, Asterix: The Mansions of the Gods e muitos outros títulos. 
Além destas novidades, a Big N também está oferecendo vários títulos com desconto, como SteamWorld Dig, Runner2: Future Legend of Rhythm Alien,Super Mario Galaxy 2, Super Mario 3D World e Yoshi Island: Super Mario Advance 3. 
Confira nas relações a seguir as novidades desta semana para o eShop e para o Virtual Console: 

Wii U 

  • Electronic Super Joy: Groove City (eShop, US$ 4,99)
  • Family Tennis SP (eShop, US$ 4,99)
  • uWordsmith (eShop, US$ 1,99)
  • Street Fighter 2010: The Final Fight (Virtual Console, US$ 4,99)
  • LEGO Batman 3: Beyond Gotham (eShop, preço alterado de US$ 49,99 para US$ 39,99)
  • The LEGO Movie Videogame (eShop, preço alterado de US$ 29,99 para US$ 19,99)
  • LEGO The Hobbit (eShop, preço alterado de US$ 29,99 para US$ 19,99)
  • Runner2: Future Legend of Rhythm Alien (eShop, preço reduzido de US$ 14,99 para US$ 5,99 até 29 de janeiro)
  • Swords & Soldiers (eShop, preço reduzido de US$ 2,99 para US$ 1,19 até 29 de janeiro)
  • SteamWorld Dig (eShop, preço reduzido de US$ 9,99 para US$ 3,99 até 29 de janeiro)
  • Chasing Aurora (eShop, preço reduzido de US$ 7,99 para US$ 4,79 até 29 de janeiro)
  • Teslagrad (eShop, preço reduzido de US$ 14,99 para US$ 5,99 até 29 de janeiro)
  • Super Mario Galaxy 2 (eShop, preço reduzido de US$ 19,99 para US$ 9,99 até 22 de janeiro)
  • Super Mario 3D World (eShop, preço reduzido de US$ 59,99 para US$ 44,99 até 22 de janeiro)
  • Yoshi Island: Super Mario Advance 3 (eShop, preço reduzido de US$ 7,99 para US$ 5,99 até 22 de janeiro)
  • Pushmo World (eShop, preço reduzido de US$ 9,99 para US$ 7,49 até 22 de janeiro) 

Nintendo 3DS 

  • 3D After Burner II (eShop, US$ 5,99)
  • Best of Mahjong (eShop, US$ 2,99)
  • Soccer Up Online (eShop, US$ 3,99)
  • Space Lift Danger Panic (eShop, US$ 2,99)
  • Quell Memento (eShop, US$ 3,99)
  • WRC Official Game of the FIA World Rally Championship (eShop, US$ 34,99, e também há uma demonstração disponível)
  • Lufia: The Legend Returns (eShop, US$ 5,99)
  • LEGO Batman 3: Beyond Gotham (eShop, preço alterado de US$ 29,99 para US$ 19,99)
  • Soccer Up 3D (eShop, preço alterado de US$ 6,99 para US$ 2,99)
  • Yoshi New Island (eShop, preço reduzido de US$ 39,99 para US$ 29,99 até 22 de janeiro)
  • Pushmo World (eShop, preço reduzido de US$ 6,99 para US$ 3,49 até 22 de janeiro)
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Oque acontecera agora com o fim das operacões da Nintendo do Brasil


A bomba que pegou todo mundo de surpresa na última sexta-feira ainda não desceu pela garganta da comunidade. É comum dar umas engasgadas para absorver a notícia de que a Nintendo se desligou completamente do país, ainda que isso não represente tantas mudanças na prática. Será que não mesmo?
O fato é que a concorrência sempre foi um elemento crucial para um mercado sadio. Quando uma marca domina essa fatia, ela fica com o consumidor na palma da mão e faz o que bem quer com ele. Se antes a disputa era acirrada, temos agora novas cartas à mesa e todo um jogo diferente. As regras permanecem, mas as jogadas têm tudo para mudar, para bem ou para mal.

Enfraquecimento da indústria brasileira? Não!

O primeiro ponto sobre o qual podemos refletir é: como está a indústria brasileira, se comparada a, vai, cinco anos atrás? Hoje temos a maioria dos grandes jogos (e dos “pequenos” também, a exemplo dos indies) 100% em português, promoções que trazem o bom e velho boleto a preços que alcançam um patamar aceitável, um número maior de eventos relacionados (BGS é a maior feira da categoria em toda a América Latina) e produtos fabricados em território nacional.
Tanto Sony quanto Microsoft contêm um portfólio inquestionável e fizeram esforços para ter seus consoles aqui no dia do lançamento mundial. A empresa de Bill Gates foi a mais feliz nessa história, pois é possível encontrar o Xbox One a R$ 1300 ou até menos, e isso em revendas oficiais. Não é difícil se deparar com alguma oferta especial do Submarino, do Ponto Frio, do Walmart ou de alguma outra rede grande de varejo pedindo esse valor.
O PS4, por sua vez, continua com o astronômico preço de R$ 4 mil tabelado pela Sony, embora o console possa ser encontrado em promoções por R$ 2500 ou até menos em algumas raras ocasiões. Mesmo assim: como competir com um aparelho que teoricamente está no mesmo patamar e ainda oferece mais recursos multimídia para o público brasileiro? Com esse cenário, é difícil não enxergar uma clara vantagem para o Xbox One.

Impostos vs. vontade da empresa

Conforme mencionado, com a saída da Nintendo pouca coisa muda a nós, consumidores “hardcore”, mas essa teoria não deve ser levada ao pé da letra não. É conveniente lembrar que games como Pokémon X/Y, Donkey Kong: Tropical Freeze e Mario Kart 8, entre outros, foram lançados com sucesso por aqui. Várias lojas se mobilizaram e fizeram aberturas em horários especiais para o público, e a Nintendo apostou em ações interessantes para engajar a comunidade.
O desligamento da empresa em todas as suas operações por aqui – todas, convém ressaltar, o que significa consoles, jogos e acessórios – gerou uma série de reflexões por todos os cantos do Brasil e do mundo. Vontade, portanto, não podemos dizer que faltou, ainda que o Wii U tenha sido lançado no país depois dos concorrentes.
No entanto, há outro ângulo a ser observado desse panorama. Os impostos são um entrave para qualquer empresa, não só para a Nintendo. Microsoft e Sony teoricamente enfrentam os mesmos obstáculos. É claro que são configurações diferentes para cada uma; a empresa de Bill Gates e a gigante japonesa têm base estabelecida em enormes linhas de produtos por aqui. Incluir “mais um” no rol de cada (PlayStation e Xbox, no caso) exigiria uma ponte já construída.
A Nintendo tem toda razão quando se queixa dos impostos do país e até disse que “continuará observando o mercado brasileiro para ver o que pode acontecer no futuro”, mas certamente existiram outros problemas nos bastidores que culminaram na saída da empresa do país. A Big N teria tido conflitos pesados com a distribuidora dos produtos dela por aqui após os problemas na distribuição de Pokémon Alpha Sapphire/Omega Ruby e Super Smash Bros. para Wii U. Até então, o contexto estava aparentemente bem, apesar das inúmeras ressalvas que já conhecemos. Então, cabe a reflexão. Se os impostos fossem a única razão, nenhuma empresa conseguiria nada no Brasil. Há sempre os dois lados da moeda.

Mercado cinza em festa

O mercado cinza constitui uma peça estratégica do mercado. Ele pode não ter concorrência “oficial”, mas quando há produtos em revendas oficiais, a exemplo de Saraiva, Submarino, Walmart e afins, há incômodo para o “cinzão” de Santa Efigênia, no centro de São Paulo, e sites como o Mercado Livre.
Muitos dizem que “pouco muda na prática”, pois sempre encontramos produtos a bons preços por lá. Mas será que o discurso se repete com essa saída da Nintendo? Será que o fato de não haver uma concorrência que buzine na orelha não muda nada? Será que isso não empolga os donos do mercado cinza a determinarem preços maiores? Será que o dólar disparado não os “empolga” ainda mais? Será que o fato de eles saberem que o cara não vai encontrar aquilo em uma loja oficial faz com que o mercado cinza determine o preço que quiser? Enfim, são só reflexões.
A única opção será esse mercado agora. Sabe aquele papo de “concorrência é saudável”? Os donos do cinzão só vão disputar entre eles, mas o consumidor final corre o risco de sair prejudicado nessa história. Convém lembrar também que o mercado cinza não pode ter uma única acepção de "contrabandista".
Um contato do BJ que trabalha na 25 de Março, no centro da capital paulista, foi consultado sobre a questão e disse que notas frias "podem fazer parte de qualquer processo". Muitas empresas do mercado "legal", por exemplo, importam e exportam de maneiras similares, e tem gente no mercado tido como "ilegal" que fazem tudo certinho sem jamais sonegar nada. Para bem ou para mal, o mercado cinza exerce seu papel.

Xbox One em crescimento: preço convidativo, serviço online estabelecido e fabricação nacional

Em cima das “pedras” deixadas por Sony e Nintendo, a Microsoft tem agora um amplo espaço para brincar no quintal. E a empresa vai continuar investindo em bundles, promoções bombásticas na LIVE, projetos com o Kinect e recursos multimídia, ponto forte do Xbox One.
O consumidor que estava em busca de um Wii U vai ficar em dúvida. PS4 ou Xbox One, que teoricamente estão no mesmo patamar? É o que ele vai se perguntar. Mas ao olhar o valor do console da Sony, a bolha estoura. O preço tabelado continua nos R$ 4 mil, com eventuais promoções que reduzem o valor para R$ 2.800, R$ 2.500 ou até menos, mas ainda assim é caro.
Resta apelar para o mercado cinza, em que o preço médio do aparelho é de R$ 1.500, ou seja, dá para pagar uns R$ 200 a menos e comprar um Xbox One por meios oficiais. Pois sim, é possível encontrar o console da Microsoft numa janela de R$ 1.300 a R$ 1.500 em promoções que ocorrem com certa frequência nas principais redes de varejo.
O usuário que quer um console bom em sua casa nem vai hesitar. Esse console por acaso tem também suporte a TV, um acessório bacanudo para a esposa fazer os exercícios em casa e zilhões de outras funções multimídia. Tudo isso por um preço mais barato. Justificativas não faltam para o consumidor brasileiro querer ter um Xbox One em sua sala, analisando friamente.

Brasil para a Microsoft é uma “realidade”, não “oportunidade”

A Microsoft contou ao BJ, no final do ano passado, que o primeiro ano de vida do console por aqui foi “incrível” e que a base estabelecida no país é uma “realidade” para a empresa, e não uma “oportunidade”.
A fabricação nacional e a distribuição em massa, sem falar no competente marketing que a companhia tem realizado (com propagandas na TV inclusive), só reafirmam o compromisso da Microsoft no país. Com a saída da Nintendo e o PS4 ainda caro, essa realidade pode agora representar um grande salto da marca Xbox no país – e o mercado cinza, ressalte-se, continua sendo sempre um canal de vendas “universal”.

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segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Cartucho raro de NES vai a leilão por US$ 100 mil

"Stadium Events" teve só 2 mil cópias vendidas e usava controle especial



Um cartucho do game "Stadium Events", com quase 30 anos de idade, está prestes a se tornar o recordista de valor pago por um jogo antigo: à venda no site eBay, "Stadium Events" já alcançou o preço de US$ 100 mil. O leilão se encerra em 3 dias e já teve 80 lances individuais.
"Stadium Events" é um cartucho muito raro do Nintendo 8-bits e foi lançado no Japão em 1986, nos EUA em 1987, na Alemanha e na Suécia em 1988. O jogo, produzido pela Bandai, utilizava um controle especial e teve apenas 2 mil cópias vendidas quando a Nintendo adquiriu os direitos sobre o controle e relançou o game com outro nome.
Por conta disso, as cópias de "Stadium Events" que não foram vendidas na época foram removidas das lojas e destruídas. Assim, "Stadium Events" se tornou um dos jogos eletrônicos mais raros de todos os tempos.
Precursor do Wii
O jogo é um dos poucos que utiliza o periférico Family Fun Fitness, um tapete que pode ser considerado um "antepassado" do Wii. O tapete permitia controlar o jogo com 12 sensores de pressão, incorporando atividade física real aos games. A Nintendo comprou a tecnologia do Family Fun Fitness da Bandai e lançou uma versão própria do controle, o Power Pad.
O vendedor de "Stadium Events" no eBay disse ao site GameSpot que não sabia do valor do jogo até ver outra cópia ser vendida por US$ 44 mil no site de leilões em 2011. "Eu disse para minha mulher: tenho certeza que eu tenho esse jogo".
"Eu coleciono muitas coisas, então tive que olhar em várias caixas até encontrar", disse o vendedor. "Na época, como eu trabalhava na Nintendo, não podia vender o item, é uma regra da empresa. A venda só se tornou possível em 2012, quando eu sai da Nintendo".

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Nintendo encerra operações no Brasi

Nintendo diz que Brasil é mercado importante, mas considera modelo atual 'insustentável'

A Nintendo anunciou, nesta sexta-feira, dia 9, de que encerrará a distribuição de jogos, consoles e acessórios em território nacional. A Gaming do Brasil deixará de distribuir os produtos Nintendo já em Janeiro. Segundo Bill Van Zyll, diretor geral da Nintendo para a América Latina, "O Brasil é um mercado importante para a Nintendo e lar de muitos fãs apaixonados mas, infelizmente, desafios no ambiente local de negócios fizeram nosso modelo de distribuição atual no país insustentável".

Recentemente, segundo relatos, o jogo Captain Toad, um dos últimos lançamentos da Nintendo, já nem havia chegado oficialmente por aqui. Há também o fato de que a loja virtual e-shop nunca teve versão nacional, o atraso de 1 ano do lançamento do Wii U aqui em relação aos EUA. Somando ao fato de que, sempre que questionados, os diretores da Nintendo davam respostas evasivas sobre o lançamento de jogos traduzidos e fabricação local de consoles, já demonstravam que não haviam planos de longo prazo para o país por parte da empresa. O que soa também estranho é o fato de a empresa ter anunciado tempos atrás planos para lançar produtos específicos para países emergentes, e na época todos achavam que o Brasil seria o principal mercado para esses produtos. 

A partir de agora, fãs brasileiros dependem unicamente das importadoras para terem acesso aos produtos Nintendo aqui no Brasil.